CABEAMENTO ESTRUTURADO PARA HOSPITAIS.



CABEAMENTO ESTRUTURADO PARA HOSPITAIS.

O cabeamento estruturado para hospitais garante que a estrutura seja referência no atendimento a pacientes de pequena, média e alta complexidade.



Nestes locais, ter o melhor desempenho possível em sua rede de voz e dados e com possibilidade de integração com novas tecnologias pode ser a diferença para salvar uma vida.



Especialistas em TI de diversos locais do mundo garantem: ter um cabeamento estruturado para hospitais é sinônimo de um melhor tratamento e cuidado com os pacientes, através das informações e tecnologias médicas existentes, e que se atualizam numa velocidade surpreendente.



APLICAÇÕES DO CABEAMENTO ESTRUTURADO PARA HOSPITAIS.


A implantação de um cabeamento estruturado para hospitais pode envolver interligações de consultórios, centro cirúrgico, UTI, pronto-socorro, leitos, entre outros.
Isso vai ajudar a garantir mais rapidez e agilidade na entrega de resultados de exames, mais facilidade para visualização de diagnósticos, o que resulta em mais velocidade no diagnóstico prescrição do tratamento.



Outro ponto importante que um cabeamento estruturado para hospitais traz é justamente a facilidade para se rastrear medicamentos. Com os registros disponibilizados em rede, os dados do pedido da farmácia, como validade, número de lote e o destino do remédio para cada paciente ficam organizados e reunidos em qualquer lugar, com a facilidade de ser acessíveis a partir de qualquer terminal.


E foi pensando em todas essas facilidades que Gugu Telecom oferece o melhor serviço de cabeamento estruturado para hospitais no país.


Oferecendo produtos de qualidade e com certificação, garantindo que todos os equipamentos foram testados e aprovados pelas primeiras normas existentes no mundo.


SAIBA MAIS SOBRE A G&S TECNOLOGIA E CONECTIVIDADE.

Com mais de 11 anos de história, a Gugu Telecom é referência nos serviços de cabeamento estruturado para hospitais.

Nossos profissionais são os mais gabaritados, dando para você todas as explicações e recomendações para que a sua necessidade seja atendida da melhor maneira possível, superando as suas expectativas.


Através do nosso tratamento diferenciado, cada problema é solucionado conforme as suas orientações, vontade e, principalmente, pensando no seu negócio e bolso.


PARA SABER MAIS SOBRE CABEAMENTO ESTRUTURADO PARA HOSPITAIS.


GUGU Telecom.

#INSTALAÇÃOEMANUTENÇÃODEANTENASPARABÓLICAS
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Central de Atendimento – (11) 2092.7882

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CABEAMENTO ESTRUTURADO COM FIBRA ÓPTICA.



CABEAMENTO ESTRUTURADO COM FIBRA ÓPTICA.


INOVAÇÕES DO CABEAMENTO ESTRUTURADO COM FIBRA ÓPTICA.

Considerado uma revolução, o cabeamento estruturado com fibra óptica trouxe uma inovação na forma de transmitir informação, transmitindo voz, imagem e dados através de ondas de luz, algo feito no mundo inteiro.

Numa transmissão, o cabeamento estruturado com fibra óptica oferece, de forma virtual, largura ilimitada de banda. É considerada por muitos como uma provável solução para ofertar acesso de banda larga à primeira milha, onde está o principal gargalo, por conta do envio de serviços de alta velocidade.

Para tanto, é necessária uma nova infraestrutura de rede para aguentar as novas aplicações que surgem. Essa infraestrutura deverá liberar uma banda mais larga, fornecimento de serviços mais rápidos, além de garantias na qualidade do serviço de maneira eficaz e custo efetivo.

O cabeamento estruturado com fibra óptica utiliza cabos com custo alto, e seu manuseio apresenta certa dificuldade. Porém, seu uso vem crescendo a cada dia, sendo necessário velocidades cada vez mais altas. Com isso, seu custo também vai diminuindo, e a matéria necessária para a construção do cabo é farta.

Pensando em facilitar a compreensão dos seus clientes, na Gugu Telecom  você vai receber todas as explicações sobre cabeamento estruturado com fibra óptica, conhecendo sobre as diferenças entre cada um para, em seguida, optar por dois tipos de cabeamento: multimodo ou monomodo.

O cabeamento com fibras monomodo é utilizado para conexões de redes com longa distância (WAN). Enquanto que as fibras de multimodo são frequentemente usadas em conexões de redes locais (LAN).

VANTAGENS DO CABEAMENTO ESTRUTURADO COM FIBRA ÓPTICA:
ü  Proteção contra interferências eletromagnéticas
ü  Dimensões menores
ü  Tráfego de informações mais seguras
ü  Distâncias maiores nas transmissões
ü  Capacidade de transmissão maior.


TRADIÇÃO E QUALIDADE SÃO MARCAS DA G&S TECNOLOGIA E CONECTIVIDADE.

Se você procurar uma empresa com anos de tradição no mercado e que oferece os produtos com a maior qualidade possível, você procura a Gugu Telecom.

São mais de 11 anos oferecendo o que há de melhor em equipamentos, cabeamento estruturado com fibra óptica, rede wireless, sistemas de segurança e outros serviços de tecnologia.

Ao conhecer nossa empresa, você vai encontrar funcionários especializados em garantir que a sua necessidade seja atendida da melhor maneira possível, sempre pensando no seu bolso.

PARA SABER MAIS SOBRE CABEAMENTO ESTRUTURADO COM FIBRA ÓPTICA.

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Diafonia ou Crosstalk - Descubra o que é e como reduzir as interferências nos cabos.



Diafonia ou Crosstalk - Descubra o que é e como reduzir as interferências nos cabos.

Quando um sinal elétrico trafega por um cabo de par trançado gera ao redor deste um campo elétrico. A diafonia (ou Crosstalk) é a medida da interferência elétrica gerada em par trançado pelo sinal que está trafegando em um par trançado adjacente dentro do mesmo cabo.
Até a criação dos atuais padrões ANSI/EIA/TIA não existia qualquer tipo de padronização nas instalações de sistema de cabeamento estruturado.
Em meados de 1980, por exemplo, o projeto e montagem dos sistemas de cabeamento estruturado eram executados principalmente para dar suporte aos sistemas de telefonia.
Para mudar esse panorama, diversas empresas, organizações internacionais e órgãos governamentais se reuniram para propor e especificar parâmetros para o cabeamento e os demais acessórios utilizados nas redes.
EIA/TIA, por exemplo, estabelece padrões para desempenho técnico. Já o IEEE incluiu requisitos em relação aos cabos em suas especificações para sistemas Ethernet e Token-Ring.

NEC (National Electrical Code) descreve diversos tipos de cabos e os materiais neles utilizados. A UL (Underwriters Laboratories) cuida de padrões de segurança e de identificação das categorias de cabos de pares trançados com e sem blindagem utilizados nas redes locais (LAN).
Em 1988, os primeiros sistemas de cabeamento integrados para sistemas de computação, telefonia, segurança, gerenciamento de energia e TV a cabo foram lançados comercialmente, levando para o mercado o conceito do cabeamento estruturado.
Convém salientar que a performance de uma rede não é expressa por sua taxa de transmissão em bits, mas sim por sua banda de frequência de operação. Por esse motivo, dentro dos padrões de cabeamento estruturado, foram criados grupos específicos chamados de “categorias” que definem a aplicação dos cabos e dos conectores em função da banda de frequência de operação.

Quanto mais elevada a classificação maior é sua capacidade de transmitir dados.

Com esse avanço nas transmissões de dados os padrões começaram a tomar mais cuidado com os problemas externos como o ruído e a diafonia nos cabos. O mecanismo de diafonia (Crosstalk) é o principal responsável pelo acoplamento de ruído entre diferentes pares dentro do mesmo cabo.

A tensão de ruído presente no canal interferido, por meio dos mecanismos de diafonia, pode ter intensidade suficiente para ser percebida pelo usuário como ruído audível em uma comunicação de voz por meio de uma linha telefônica analógica ou para comprometer a integridade dos dados em uma transmissão digital em um canal de dados.

A diafonia (Crosstalk) pode receber várias classificações, então vou detalhar as principais na sequência abaixo:
NEXT (Near-End Crosstalk) ou também paradiafonia é à interferência entre pares de fios na mesma extremidade de um mesmo cabo. Essa diafonia é um parâmetro bastante sensível e os valores mais altos indicam menor ruído.
FEXT (Far-End Crosstalk) ou também telediafonia é um tipo de diafonia referente à interferência entre pares de fios em extremidades opostas de um mesmo cabo. O FEXT é o mesmo caso do NEXT, porém na extremidade oposta à entrada do sinal. O FEXT não é um problema tão sério quanto o NEXT porque a diafonia que ocorre longe do emissor gera menos ruído.
Um tipo específico de ruído externo, o ANEXT (alien crosstalk) é causado pelo acoplamento entre canais próximos de cabos diferentes em sistemas de cabeamento estruturado.
Embora a amplitude do ANEXT seja normalmente inferior à amplitude da interferência por paradiafonia (NEXT) dentro de um cabo, o seu efeito sobre a capacidade do canal é importante porque é mais difícil reduzir o ANEXT através das técnicas de processamento digital de sinais comumente usadas em equipamentos ativos hoje em dia que são eficientes para a redução ou cancelamento da paradiafonia (NEXT).

PSNEXT (Power Sum Near End Crosstalk) é um tipo de diafonia que está estritamente estritamente ligado à paradiafonia (NEXT), portanto para que haja solução do PSNEXT, deve-se solucionar o paradiafonia. O PSNEXT não é medido e sim calculado. É o somatório do efeito NEXT de um par sobre os outros 3 pares do cabo. São analisados 4 efeitos do PSNEXT em cada cabo, pois cada par dos 4 existentes é avaliado.
Além dessas interferências citadas acima o padrão IEEE 802.3 10GBASE-T inclui uma exigência para com uma diafonia denominada Alien Crosstalk Margin Computation (ACMC) que é uma combinação dos efeitos do Near End Crosstalk (ANEXT) e alien Far End Crosstalk (AFEXT) entre os segmentos de ligação adjacentes.

Como recomendação é importante entender que a diafonia entre pares em um cabo depende de vários fatores. Uma menor interferência acarreta em um melhor desempenho da rede e se essas interferências forem ignoradas e o projeto for feito da maneira incorreta sem seguir as normas, seu sistema de cabeamento estruturado pode ter vários problemas indesejáveis,  o que pode gerar gastos não planejados em um curto espaço de tempo.


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Escolhendo Sistemas de Monitoramento e Controle de Acesso Para Condomínios.





Escolhendo Sistemas de Monitoramento e Controle de Acesso Para Condomínios.


Nos dias atuais, segurança é uma necessidade em qualquer ambiente social, seja em empresas, condomínios, residências entre outros. Nesses ambientes existem lugares que são mais vulneráveis e por isso são considerados estratégicos a serem monitorados, são eles elevadores, garagens, corredores de acessos e áreas internas. 
Para ajudar a prevenir esses problemas, a contratação de um sistema de monitoramento e controle de acesso para o condomínio se torna fundamental.

Escolher entre as diferentes empresas que oferecem diferentes sistemas não é uma tarefa fácil. Existem vários pontos a se considerar como por exemplo, o planejamento (projeto que a empresa propõem) os equipamentos à serem utilizados, o histórico da empresa ( se ela é confiável ou não) etc.

Separamos algumas dicas para ajudar na escolha do sistema de monitoramento e controle de acesso:

Leis:
Não existe nenhuma obrigação jurídica sobre a instalação de um sistema de controle de acessocâmeras de segurança e outros.

No entanto, alguns estados e municípios possuem legislações específicas caso os condôminos decidam utilizar desses sistemas.

Mesmo não havendo legislação específica sobre a instalação desse tipo de sistema, as leis nacionais de proteção à privacidade continuam valendo, ou seja, não é permitido monitorar o ambiente privado sem permissão e nem divulgar os dados armazenados sobre hipótese alguma.

Forma de armazenamento dos dados: 
Esse é um ponto importante, pois não adianta ter um sistema com equipamentos de ultima geração se os dados não são armazenados de forma adequada e podem até mesmo serem perdidos.

Alguns sistemas mais antigos ainda utilizam o registro em filme, no caso de imagens das câmeras de segurança e ou computadores antigos, o que pode gerar um custo muito alto com manutenção e ainda ocupar um grande espaço físico.
Por isso atualmente a maioria dos sistemas de controle de acesso e monitoramento utilizam de servidores digitais na nuvem, visando uma economia de espaço, maior segurança e capacidade de armazenamento.
Suporte técnico:

É indispensavelmente e importante escolher, na hora de contratar uma empresa que irá fornecer os serviços, que a mesma provenha o suporte técnico adequado, o que pode ir desde a instalação do sistema, manutenção e ou treinamento de usuários/funcionários. 

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Conheça as normas de cabeamento estruturado existentes!



Conheça as normas de cabeamento estruturado existentes!


cabeamento estruturado, também conhecido pela sigla KET, é a disposição padronizada e organizada de conectores e meios de transmissão de informática. Conta com 6 normas: ANSI, TIA, EIA, ISO, ABNT e IEE.


A adoção da tecnologia é algo cada vez mais vital para qualquer tipo de empresa, visto que tal recurso já demonstrou ser importante para ajudar os negócios a manterem a sua competitividade no mercado.

Por isso, é muito comum que haja um certo investimento em projetos de redes próprias, porém é importante saber que as normas de cabeamento estruturado são essenciais para o sucesso da sua implementação.


Por meio do cabeamento estruturado será possível conectar os mais diversos dispositivos: roteadores, impressoras, telefones, estações, servidores, entre outros. Essa conectividade facilita muito o trabalho de uma empresa como um todo.


Isso pode até parecer algo básico, mas quando bem implementado, melhora a operação de uma empresa de forma significativa. Afinal, quando os dados do negócio podem ser compartilhados facilmente entre todos e transmitidos por meio de uma ótima rede corporativa, o acesso à informação é facilitado.


Contando com essa realidade, é possível agilizar os processos do negócio, além de otimizar o próprio trabalho dos colaboradores, ajudando principalmente na sua produtividade do dia a dia.
Portanto, é preciso seguir as normas de cabeamento estruturado para garantir que isso seja feito da melhor maneira possível, contando com uma estrutura confiável e totalmente gerenciável. Continue acompanhando o post para entender mais sobre o assunto!

Quais são as vantagens de seguir as normas de cabeamento estruturado?


Para que fiquem mais claros os benefícios de seguir as normas de cabeamento estruturado, vamos começar falando das vantagens que um negócio pode obter ao seguir esse padrão. Preparamos, então, uma lista com as 3 principais delas para você conferir:

Facilidade de manutenção.

Sabemos que, infelizmente, o setor de TI ainda é recheado de muitas práticas que beiram improvisos malfeitos e gambiarras estranhas. Muitas vezes isso acontece por puro desconhecimento ou por uma simples falta de planejamento. Entre as consequências de práticas como essa, destacamos a dificuldade de realizar manutenção quando necessário.
Saiba que seguir as normas de cabeamento estruturado tornará as ações de manutenção muito mais fáceis, pois tudo estará organizado — o que faz com que o processo de isolar, testar e corrigir os pontos de falha seja algo muito mais rápido e bem menos estressante.
O melhor de tudo é que será possível fazer tudo isso sem comprometer o desempenho da rede.

Redução de custos.

 

Outra grande vantagem de seguir as normas de cabeamento estruturado está na redução de custos para o negócio. Saiba que quando a rede está organizada dessa maneira, fica muito mais fácil realizar a sua gestão, o que afeta muitas questões — entre elas, os custos da empresa.


Isso pode até parecer pouca coisa, mas gera-se economia com vários processos que estão relacionados a essa parte financeira — entre eles, destacamos a própria manutenção, que citamos acima.
Além disso, também cria-se um cenário em que é possível economizar com novas instalações, principalmente a de novas aplicações. Quando olhamos para o longo prazo, seguir esse padrão oferece uma economia que se torna cada vez mais relevante.

Prevenção de erros.

 

Por fim, mas não menos importante, trabalhar com cabeamento estruturado ajuda na prevenção de qualquer erro no que diz respeito à parte física do projeto de rede da empresa. Sabemos que uma organização que pode trabalhar tranquila, sem precisar enfrentar qualquer tipo de falha durante a sua operação é muito mais produtiva e eficiente.


Então, tenha em mente que seguir as normas de cabeamento estruturado também ajudará a empresa a ser muito mais produtiva, pois com ela as chances de erros na rede são mínimas — o que dá muito mais tranquilidade para você e seus colaboradores trabalharem.

Quais são as normas existentes para cabeamento estruturado?


Agora que você já tem conhecimento sobre as vantagens de seguir as normas de cabeamento estruturado, vamos listar aqui cada uma para você conhecê-las um pouco mais.
ANSI
A norma ANSI regulamenta uma ampla gama de dispositivos que podem ser instalados em uma rede de computadores. Saiba que grandes edifícios só podem receber autorização de uso de redes caso suas instalações sigam essa norma.
Estamos falando de instalações relacionadas a cabos de comunicação em fibra óptica e par trançado. Além disso, também se enquadram as instalações relacionadas ao setor de telecomunicações.
Podemos tomar como exemplo a ANSI 606, que estabelece que os cabos de telecomunicações são brancos e os de conexões são verdes.
TIA
Outra norma muito comum é a TIA, que se aplica às instalações que estão relacionadas a um Data Center, atuando, principalmente, na sua disponibilidade e toda a redundância necessária para essa infraestrutura funcionar. Saiba que essa norma trabalha com 4 tiers diferentes e que esses são independentes entre si.
Esses tiers são grupos que podem ser divididos em redundância, telecomunicação, arquitetura, estrutural e parte elétrica. Além disso, a norma estabelece nomenclaturas diferentes para a estrutura de redundância dos Data Centers.
EIA
Já o padrão EIA equivale a uma das normas brasileiras existentes, a NBR 14.565. O padrão categoriza os cabeamentos conforme algumas diferenças que eles podem assumir, tal como:
·         largura de banda;
·         atenuação;
·         comprimento;
·         desempenho.

ISO
A norma ISO também garante a padronização de cabos e atua com conectores e procedimentos da rede como um todo. A norma ganhou força na década de 90 com a chegada do cabo de par trançado ao mercado de telecomunicações.
ABNT
Já a norma ABNT atua regulamentando o cabeamento em projetos residenciais, estipulando procedimentos da instalação de redes domésticas. Essa norma serviu de referência por muito tempo e praticamente foi a primeira norma brasileira criada.
IEEE
Por fim, trazemos a norma IEEE, que define o padrão para o funcionamento de redes sem fio, sendo base para a existência do Wi-Fi — ou seja, praticamente todos os dispositivos de redes sem fios possuem serviços e funções definidos por essa norma.
Deu para entender o quanto é importante seguir as normas de cabeamento estruturado existentes?

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