Ao converter o sinal de UHF para VHF para reduzir os custos, quais são as consequências para os moradores?




Ao converter o sinal de UHF para VHF para reduzir os custos, quais são as consequências para os moradores?

 

- Não conseguem assistir a todos os canais abertos digitais;

- Não recebem o sinal da TV Digital em alta definição;

- A possibilidade de queda do sinal de televisão é alta pois o conversor de UHF para VHF pode queimar em caso de um pico de energia ou um raio;

- O custo de manutenção é alto pois este sistema apresenta mais problemas.

O sinal em UHF da TV Digital Aberta que vem da antena UHF coletiva deve chegar à tomada de TV (ponto de antena na residência) do usuário. Ele não deve ser convertido no painel da antena coletiva. Ou seja, o sinal que chega em UHF só deve ser equalizado e amplificado para distribuição aos condôminos. Se for feita a conversão de canal (de UHF para VHF), o usuário que adquirir o televisor digital não conseguirá ver as imagens em HDTV (Alta Definição) e futuramente, quando somente houver canais digitais, o condomínio obrigatoriamente terá de adequar a instalação da antena coletiva, se quiser receber todos os canais digitais.


Visando orientar o condomínio, na troca ou adaptação do sistema, mostramos a seguir algumas informações sobre a antena coletiva

Antena Coletiva

Um sistema de antena coletiva é constituído, por três partes:

• Captação
• Processamento de sinais
• Distribuição

Vamos, então, descrever as consequências da implantação da TV digital em cada parte do sistema de antena coletiva:






1 - Captação

A captação é a parte do sistema constituído pelas antenas. Em cidades como São Paulo, onde as torres de transmissão estão instaladas em locais separados, é necessária a instalação de uma antena para cada canal, fazendo com que as fábricas de antenas forneçam antenas mono canal para facilitar a equalização do sistema.

Os sinais captados pelas antenas são enviados para o painel de processamento de sinais através de cabo coaxial apropriado.





No caso da TV Digital Aberta, é preciso que os condomínios iniciem o processo de substituição do sistema analógico para o digital. Como já informado anteriormente, os sinais da TV digital serão na faixa de UHF, o que implica na substituição de antenas de VHF pelas de UHF.


2 - Processamento de sinais

O painel de processamento de sinal deve ser instalado em local fechado, livre de interferências e umidade. A casa do elevador não é um local indicado pelo fato de ter motores que geram interferências.

Neste painel chegam os cabos das antenas e aí estão os misturadores, amplificadores e filtros, cuja função é receber, combinar, equalizar e amplificar os sinais recebidos, preparando-os para a distribuição.


Para a execução deste trabalho é preciso que o técnico de instalação tenha instrumento adequado para realizar a calibração e ajuste do sistema.


Com a entrada da TV digital é conveniente que seja instalado um painel de processamento de sinal em paralelo com o painel do sistema analógico. É importante lembrar que durante o período de transição, os canais de VHF ainda estarão no ar e deverão ser mantidos até a data prevista pelo governo brasileiro para cada cidade.

Os sinais de TV processados e equalizados são encaminhados à saída desses dois painéis (analógico e digital), que devem ser acoplados para serem distribuídos via sistema de distribuição com cabo coaxial.






3 - O sistema de distribuição de sinais

O sistema de distribuição de sinais é constituído de cabo coaxial e de tomadas instaladas nos apartamentos. Normalmente, a distribuição de sinais de antena coletiva e CATV em prédios de apartamentos é composta de uma ou mais prumadas, por onde passam os cabos (linhas de descida de sinal), dos quais se extrai uma fração do sinal para fornecer ao usuário. Os componentes normalmente utilizados para fazer esta distribuição são as tomadas blindadas e divisores. Aí está o grande problema de adaptação do sistema de TV analógica para o sistema de TV digital. 

Na maioria dos sistemas, o cabo coaxial instalado nas prumadas foi fabricado para passar apenas sinais de VHF (canais 2 a 13) e, consequentemente, as tomadas de TV instaladas nos apartamentos também foram fabricadas para passar somente os canais de VHF (canais 2 a 13). 

Portanto, os canais de UHF (14 a 69) são bloqueados, motivo pelo qual o instalador faz a conversão dos canais UHF (14 a 69) analógicos para canais VHF (2 a 13). Dessa forma, os antenistas distribuem os canais de UHF nos condomínios sem precisar trocar o sistema de distribuição. A consequência desse procedimento é que os moradores não poderão assistir a todos os canais da TV Digital Aberta a que têm direito.



Porém, com a TV Digital Aberta será necessário fazer o canal de UHF (14 a 69) chegar até o apartamento onde está o receptor de TV digital. Portanto, para os condomínios, cujos cabos e tomadas não foram trocados para receber o UHF, será necessária a substituição de todo o sistema de distribuição. Pelos cabos e tomadas substituídas deverão passar os sinais de VHF (2 a 13) e UHF (14 a 69). Mais uma vez é importante lembrar que, durante o período de transição, os canais de VHF ainda estarão no ar e deverão ser mantidos até a data prevista pelo governo brasileiro para cada cidade.






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O que é preciso para receber o sinal da TV Digital Aberta no meu prédio?





O que é preciso para receber o sinal da TV Digital Aberta no meu prédio?

 

Para receber o sinal da TV digital Aberta, é necessário que o prédio esteja na área de cobertura das transmissões digitais. Assim, o primeiro passo para quem deseja ver TV digital ABERTA em sua residência é consultar o site DTV para verificar a disponibilidade do sinal digital na sua região.

Se a cidade na qual vive está na área de cobertura, você precisará de uma antena UHF e de um televisor com conversor digital integrado. Se o seu televisor for de tubo – ou de LCD, LED ou plasma, mas fabricado antes de 2011 --, você vai precisar de um conversor digital externo.

Quando um prédio está localizado próximo às antenas dos canais de televisão basta utilizar uma antena interna. Entretanto, só o emprego de antena externa de UHF garantirá que todos os moradores do prédio assistam à TV Digital Aberta em todos os cômodos em que chegar a distribuição da antena coletiva.

1 - Situação atual dos condomínios
A maioria dos prédios residenciais apresenta uma das seguintes situações:

a – O prédio não tem antena, pois recebe o sinal de TV por assinatura
Este é um dos maiores problemas enfrentados pelos moradores de prédios residenciais que desejam receber o sinal de TV aberta. Geralmente, a prumada da antena coletiva é utilizada pela operadora de TV por assinatura ficando sem espaço para a passagem de um novo cabeamento.

Nesse caso, há dois caminhos:
- retirar o serviço de TV por assinatura e retornar o uso original da prumada, que é possibilitar a passagem do cabeamento da antena coletiva.

- manter o cabeamento da antena coletiva e criar uma nova prumada para a antena coletiva.

b – A antena coletiva é antiga e é somente do tipo VHF

Quando o sistema analógico começou, existiam apenas os canais de VHF (2 a 13) e, portanto, os fabricantes de equipamentos para o sistema coletivo passaram a fabricar componentes e cabos com resposta na faixa de VHF (canais 2 a 13). 

Assim, milhares de edifícios instalaram seus sistemas com distribuição para os canais 2 a 13.

Passaram-se alguns anos e os canais de UHF (14 a 69) entraram em operação e os novos condomínios não tinham interesse em receber o UHF, até porque a instalação do sistema para receber o sinal de VHF e UHF possui um preço mais alto. Portanto, até hoje são instaladas, em sua maioria, antenas coletivas apenas com o sistema VHF (canais 2 a 13).

Porém, a TV digital exige o uso de antena UHF e a solução dada pelos antenistas para os condomínios que optam por ter os canais de UHF (14 a 69) normalmente é a instalação de conversores de UHF para VHF, onde o sinal é distribuído no mesmo cabo atual, reduzindo custos. Cada empresa de instalação ou antenista escolhe aleatoriamente o canal de UHF a ser convertido para VHF. Ou seja, o morador assistirá somente aos canais escolhidos pelo antenista.

Assim, temos uma situação onde o síndico e os condôminos, normalmente leigos no assunto, optam sempre pelo preço mais baixo. Raramente se investe em um sistema de maior qualidade e assistência técnica adequada.





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Iluminação automatizada nos condomínios.



Iluminação automatizada nos condomínios.

 

O que você precisa saber para colaborar com a redução das taxas de luz exorbitantes.

A diminuição de gastos no condomínio é um item frequente na pauta das assembleias e na rotina de qualquer síndico. Os custos com energia elétrica são, sem dúvida, um dos mais preocupantes na administração do orçamento por isso, síndicos e administradores estão sempre em busca de maneiras viáveis de economizar.
Medidas simples, como substituir lâmpadas atuais por modelos mais econômicos, como as de LED, instalar sensores de presença em áreas comuns como garagens e portaria, desligar as luzes das áreas de lazer após o horário de encerramento das atividades, checar as luzes dessas áreas durante o dia e fazer um rodízio nos elevadores, podem ajudar na redução da conta de luz do condomínio no final do mês.
O desperdício de energia é bastante comum quando os sistemas de iluminação necessitam de acionamento manual para serem ligados e desligados.  Esta questão tem gerado um interesse crescente dos condomínios residenciais e comerciais em automatizar esses mecanismos de iluminação para minimizar desperdício de energia, nesses casos a solução mais comum e eficiente encontrada é o uso de sensores de presenças e as minuterias, porém, muitas pessoas ainda desconhecem a diferença entre esses dois mecanismos. Os sensores costumam ser mais eficientes, mas caso haja uma gestão adequada das minuterias, elas também podem ser muito eficazes para promover a economia.
As minuterias são dispositivos eletrônicos ou eletromagnéticos que dependem de um mecanismo com engrenagens parecidas com o de um relógio, caso apresente algum defeito, nem sempre um eletricista consegue consertar. Elas devem ser instaladas em locais pré-determinados, devido ao seu mecanismo, e precisam ser acionadas através de um interruptor manualmente (para o usuário, funcionam como interruptores normais). Este sistema serve para manter as lâmpadas acesas apenas por um período determinado de tempo, depois de acionadas, o apagamento delas é automático.
Esses dispositivos podem ser vistos de duas formas: coletivo e individual.  O primeiro permite ligar a luz de alguns dos andares do prédio ou de todos os andares ao mesmo tempo, ou seja, mesmo que o sistema tenha sido acionado em apenas um local, a iluminação dos demais pontos interconectados também será acionada através de um botão instalado junto ao disjuntor que as controla. Com a opção pelo sistema coletivo é importante escolher um equipamento com capacidade adequada à rede de iluminação do condomínio para evitar sobrecarga. Já o sistema individual costuma ser mais econômico, pois a iluminação de cada andar pode ser acionada individualmente ao se acionar o botão de comando.
Os sensores de presença possuem semelhanças com um dispositivo de fotocélula comum, pois ambos são elementos que automatizam o uso da luz artificial. Os sensores são equipamentos que acionam automaticamente a iluminação do local ao detectar a presença de alguém ou algum tipo de movimentação, mantendo-se ligado durante o período de movimento e desligando-se automaticamente quando o ambiente estiver vazio. Eles podem ser instalados no teto paredes, embutidos em caixas de luz ou em luminárias, já que são completamente automáticos, e o acionamento da iluminação geralmente tem um alcance de 3 a 10 metros.
Os sensores de presença podem ser encontrados em três diferentes modelos: infravermelho, ultrassom ou dual. O infravermelho é extremamente sensível ao calor humano. Já o ultrassom emite ondas que se rebatem de volta para o sensor, acionando o dispositivo e ligando a iluminação. O sensor dual combina os dois tipos de tecnologia no mesmo equipamento, ele pode ser acionado pela presença de pessoas ou acionado pela chegada da noite e amanhecer. Tudo depende da situação em que podem ser necessários. A grande maioria dos sensores pode ser programada para deixar as lâmpadas acesas por um determinado tempo, seja 30 segundos ou até minutos tais como as minuterias.
De um modo geral pode-se afirmar que os sensores de presença tendem a ser mais econômicos que as minuterias. Contudo é sempre aconselhável realizar cálculos para comparar a economia obtida pela escolha desta ou daquela tecnologia quanto ao custo fixo de consumo, a aquisição e a manutenção durante a vida útil.
Economia
No condomínio residencial, o sistema por sensores de presença já funciona há algum tempo. A síndica profissional há 27 anos e a frente do condomínio há cinco, identificou resultados positivos na redução do consumo de energia após a automatização da iluminação do condomínio.

Ela contratou uma empresa especializada que fez a instalação dos sensores de presença em todas as áreas comuns do edifício, exceto na portaria que conta com porteiro 24 horas, e afirma estar satisfeita com a substituição. “Solicitei o orçamento e após aprovação dos moradores em assembleia contratamos o serviço e substituímos todas as lâmpadas. Os aparelhos dificilmente apresentam defeito e quando acontece a empresa faz a substituição na mesma hora. A manutenção é feita somente com as lâmpadas quando precisam ser trocadas”, explica a síndica.
A maior vantagem, sem dúvida, é a economia na conta de luz, já que antes as lâmpadas do prédio ficavam acesas muitas vezes sem necessidade o que gerava um aumento no consumo de energia. “Apesar de o investimento ser alto em um primeiro momento, o retorno pode ser percebido em pouco tempo” e ainda faz um alerta para os síndicos que querem trocar seus sistemas de iluminação.
 “É preciso saber se a rede elétrica do condomínio está apta para receber essa instalação. Minha dica é optar por uma marca e uma empresa de confiança, além de atentar para o fato de existirem sensores específicos para instalação em áreas internas e outros para áreas externas”, finaliza.
Segurança
A avaliação sobre o sistema mais adequado ao condomínio deve levar em conta o porte e quantidade de moradores. Importante também é realizar uma comparação da economia potencial frente aos investimentos necessários para adoção das tecnologias, incluindo os futuros custos de manutenção, depreciação, além do tempo de vida útil de cada sistema.
A Gugu Telecom especializada em instalações desses sistemas, nos prédios residenciais os sensores de presença vêm substituindo com muito mais comodidade as antigas minuterias, tanto em halls como em garagens, escadas e áreas externas.
Com a alta dos valores na conta de energia os síndicos estão buscando soluções cabíveis para reduzir esses custos e os sensores de presença têm esse objetivo, pois só acionam as lâmpadas das áreas comuns quando existe a presença de alguém. Isso faz com que se minimize o desperdício de energia elétrica em ambientes que precisam ter as luzes acesas.
Além da economia de energia muitos síndicos aproveitam os sensores de presença para identificar a entrada ou permanência de pessoas indesejáveis nos locais do condomínio que não estão visíveis aos porteiros e vigias noturnos, basta instalar alarmes nos locais estratégicos, para que os funcionários encarregados de vigilância percebam a entrada indevida. Essa medida torna o controle pela portaria mais preciso, evitando que o porteiro ou vigilante se ausente da portaria para essa verificação constante.
Em locais de muito movimento de pessoas, como halls e portarias, é aconselhável o uso de lâmpadas incandescentes, ao invés de lâmpadas fluorescentes tubulares ou compactas devido à drástica redução de sua vida útil quando submetidas a um regime intenso de acendimento e desligamentos em locais de intenso movimento.
Ao usar as incandescentes nestes locais, deve-se preferir que sejam instaladas em pontos estratégicos, como corredores principais e na frente de elevadores, para que permaneçam acesas em caráter direto. Já ao utilizar qualquer um desses sistemas com lâmpadas do tipo fluorescentes pode-se conseguir uma economia de até 80% no consumo.
Deve-se analisar a quantidade de lâmpadas que serão acesas e apagadas automaticamente pelos sensores e manualmente pelas minuterias, pois os mesmos tem um limite de potência em watts a suportar, e sendo esse limite excedido pode queimar o sensor ou danificar as minuterias.
A instalação desses ou de qualquer outro tipo de equipamento deve ser feita por funcionários capacitados e com conhecimento em elétrica/eletrônica, além de ser necessária uma avalição prévia do local para que sejam analisadas as condições gerais das lâmpadas e luminárias que serão acionadas.
É importante contratar uma empresa com referências nessas instalações para executar o serviço, pois é necessário conhecimento técnico para fazê-lo e principalmente por ser necessário mexer na parte elétrica do condomínio, pois a segurança de todos deve estar em primeiro lugar.


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Antena coletiva - Solução perfeita para prédios e condomínios.



Antena coletiva - Solução perfeita para prédios e condomínios.



Apesar de muito comum, a antena coletiva para condomínios ainda é alvo de muitas dúvidas para síndicos e moradores.

Com a antena coletiva, todas as TVs do condomínio passam a receber o sinal de canais abertos VHF e/ou UHF por meio de um cabo. Para isso, é necessária a instalação de uma única antena no topo do prédio que faz com que o sinal seja distribuído para todos os apartamentos.

O equipamento é uma nova opção para levar uma imagem de qualidade para as televisões, sem que isso implique em gastos, aluguel de aparelhos e uma instalação trabalhosa. Ela vem sendo instalada com sucesso em prédios e condomínios, fazendo com que todos os apartamentos usufruam, de graça, da qualidade de sua transmissão.

Algumas empresas do mercado oferecem, ainda, a antena coletiva de TV por
assinatura. E este sistema é vantajoso porque dispensa as pessoas de terem suas antenas individuais cujo custo com manutenção é maior. Tanto é que muitas construtoras já entregam os novos condomínios com a antena de TV coletiva,auxiliando-os em seu orçamento e dando a eles liberdade de escolha entre uma TV aberta de qualidade e a TV por assinatura.
Seja em grandes condomínios ou em prédios menores, com poucos apartamentos, é possível ter TV aberta com sinal digital para todos os moradores.

Muitos condomínios ainda têm as antenas coletivas recebendo o sinal analógico. Se na sua região há a disponibilidade do sinal digital, providencie a troca, porque a qualidade da imagem vai melhorar muito em todos os apartamentos. O sinal analógico já está sendo desligado em algumas regiões, portanto, fique atento e realize a troca o quanto antes.
Vantagens e Desvantagens

A maior vantagem da antena coletiva, além de poder levar o sinal digital para todo o condomínio, é a manutenção mais barata, já que os custos podem ser rateados entre os moradores. Outro ponto positivo é a menor quantidade de fios e cabos, e menos antenas, ocupando menos espaço no telhado do prédio (alguns telhados, inclusive, não tem espaço para abrigar uma antena por apartamento – nestes casos, a antena coletiva para condomínio se torna essencial).

Muitos condomínios já se anteciparam e estão prontos para receber o sinal digital, que é o caso do edifício Enseada do Sol. O antigo síndico providenciou a instalação da antena coletiva do prédio antes do término de sua gestão.

A instalação foi rápida. Em um dia, todos os apartamentos do prédio já estavam recebendo o sinal digital. Trocamos a antena, fizemos uma reorganização das caixas de passagem da fiação, instalamos um amplificador e compramos um conversor digital para a portaria, acrescenta que o custo da atualização foi coberto pelo  condomínio.

Já a desvantagem da antena coletiva de TV por assinatura, por exemplo, é quealgumas operadoras se negam a instalar de forma coletiva já que para elas é mais vantajoso – economicamente falando – instalar várias antenas individuais. A alegação de algumas empresas é que a antena coletiva teria um custo muito maior, e seria necessário que muitos moradores utilizassem o serviço para compensar o custo.

Uma recomendação importante é manter o sistema no topo do prédio fechado com cadeado de forma que somente pessoas autorizadas tenham acesso. Isto evita que moradores não especializados mexam nas instalações, já que os estragos causados podem prejudicar o sinal em todas as unidades.

Para ter uma antena coletiva, o condomínio precisa ter uma tubulação específica para sua instalação. O ideal é contar também com amplificadores de sinal, que melhoram ainda mais a recepção via antena. Os cabos da antena coletiva vão se deteriorando
com o tempo e, diante disso, a qualidade da imagem é impactada negativamente.
Dependendo da gravidade, o condomínio inteiro pode ficar sem sinal. Por isso, a necessidade de manutenção constante e troca de cabos conforme orientação do fabricante.

Esses serviços devem ser feitos por empresa especializada e idônea e não pelos funcionários do próprio condomínio, que não têm capacitação para isto.

Assim como no Edifício Enseada do Sol, na maior parte dos prédios os apartamentos recebem as transmissões através de antenas coletivas. O tipo de amplificador e o sinal de distribuição delas são diferentes em relação aos das antenas convencionais.

Segundo ele, a procura pela troca de antenas coletivas pelas que contam com captura de sinal digital aumentou cerca de 20% na empresa em relação ao ano passado.

Normalmente os condomínios nos procuram quando precisam liberar a passagem do cabeamento (normalmente obstruída pelos cabos das TVs porassinatura) ou quando o empreendimento é novo e precisam seguir um cronograma de instalação (dada a necessidade da entrada dos moradores nos apartamentos).

Como instalar.
A instalação de uma antena coletiva UHF em um edifício pode custar entre R$ 3 mil e R$ 4 mil, incluindo equipamentos e mão-de- obra. Uma vez instalada, a antena garante a recepção de programação em alta definição de todos os canais abertos disponíveis nos mais de 480 municípios onde há sinal de TV digital. A medida também pode ser um complemento para edifícios que já contam com recepção de TV a cabo, pois pode representar a oportunidade de ter a TV aberta digital com imagem em alta definição em outros cômodos do apartamento.

De acordo com Edilson, a instalação da antena é feita seguindo os dutos pré-
instalados na estrutura do prédio ou ainda através dos shafts por onde o cabeamento também pode ser passado. Além disso, é indispensável o uso de amplificadores, distribuidores e TAPS (tomadas amplificadoras). Ele garante ainda que não há diferença de sinal entre prédios de grande e pequeno porte.

“As diferenças de porte são compensadas através da instalação desses equipamentos (amplificadores e TAPs), de acordo com a estrutura do prédio”, afirma.

Nos condomínios com mais de um bloco, o profissional recomenda a instalação de uma antena coletiva e um amplificador para cada um deles.

Os cabos da antena coletiva não devem ser instalados junto aos cabos de energia,
pois podem gerar interferências na recepção tanto do sinal analógico quanto do digital.
É fundamental que o cabo coaxial (que distribui o sinal para os apartamentos) seja compatível com a TV digital. É também necessário verificar se as tomadas de TV permitem a passagem do sinal de UHF.
Esses aspectos também devem ser observados ao se considerar a compra ou o aluguel de apartamentos.

Parte dos novos edifícios já prevê espaço adequado para o cabeamento.

Dicas para condomínios na instalação da antena coletiva:
O síndico deve buscar informações da empresa que prestará o serviço,
verificando outros serviços prestados e o tempo de garantia dos serviços;
Deve-se solicitar um projeto de instalação e a documentação de tudo o que for instalado. Confira o contrato de prestação de serviços verificando se está claro,
objetivo e de acordo com o que foi combinado;

Use a internet para buscar informações sobre a empresa. Verifique se o
instalador fez curso de instalação de antenas e procure escolher os que
fizeram curso em indústrias especializadas;

Uma antena mal instalada pode começar a se movimentar em virtude de
ventos mais fortes, o que causa a alteração na qualidade do sinal nos
apartamentos;

Se o material utilizado na instalação não for de boa qualidade, em menos de seis meses começarão a aparecer os primeiros problemas.

O mais comum é que os apartamentos mais baixos, que estão mais distantes do ponto de instalação da antena, tenham dificuldades para captar o sinal.

A instalação da antena coletiva nos condomínios é obrigatória?
Não, o novo Código Civil não estabelece nenhum tipo de obrigatoriedade para a instalação da antena coletiva. Caso não haja disposição na Convenção do
Condomínio, caberá aos condôminos, se for da vontade da maioria, discutir o assunto na assembleia geral, para que se decida por sua instalação ou não.

Para o caso de assembleia, vale sublinhar a antena digital coletiva como um serviço que complementa a infraestrutura do condomínio, sendo uma alternativa à recepção da TV digital, estimulando o debate entre vizinhos que contratam o serviço de TV a cabo e aqueles que não o utilizam.

Sendo aprovada, tal despesa é caracterizada como útil e sua aprovação depende do voto da maioria absoluta dos condôminos, ou seja, 50% + 1 de todos os condôminos, para a realização da obra.

Quando são os condôminos os responsáveis pela instalação, eles podem optar pela distribuição do sinal para todo o prédio ou pela instalação de pontos individuais de recepção, caso os moradores já recebam o sinal de TV por assinatura e não tenham interesse no sinal digital da TV aberta.

Márcia Romano, síndica do edifício Opus III, em Vila Isabel, há sete anos, diz que não houve interesse dos moradores pela instalação da antena coletiva, visto que as 18 unidades do edifício já tinham o sinal de TV a cabo.
Antigamente havia uma antena coletiva instalada no prédio, mas com o passar do tempo e com a chegada das TV`s por assinatura, a antena foi deixando de ser usada pelos moradores e por isso foi retirada.

Os edifícios mais antigos, que já possuem antena coletiva instalada, também podem usufruir desta nova tecnologia, neste caso, a execução do serviço pode demorar de 15 dias a um mês, tudo depende da infraestrutura do local.

Para isso, é necessário que o condomínio faça uma vistoria em seu sistema para verificar resumidamente três itens:
o sistema de recepção (se existe uma antena de UHF instalada e seu estado geral, bem como o estado geral do cabo que interliga a antena ao painel de processamento), o sistema de processamento de sinais (painel próximo à casa das máquinas, para verificar se o amplificador e filtros são compatíveis com o sinal de UHF digital) e, por fim, o sistema de distribuição de sinal, constituído pela distribuição dos cabos para os apartamentos.

Já em prédios mais novos, com até dez anos de construção, as instalações costumam
ser rápidas, em apenas um ou poucos dias porque eles já são preparados com uma parte interna para a passagem dos fios que irão chegar a cada apartamento.

Em prédios menores, onde esse sistema se torna muito caro, o síndico pode optar por colocar apenas a antena coletiva. Assim, cada morador vai precisar de um conversor, caso a TV dele seja de tubo ou de plasma, fabricadas antes de 2012. Se o aparelho já for HD, basta ligar o cabo com o sinal fornecido pela antena coletiva direto na TV.

Desligamento do sinal analógico.
O desligamento do sinal analógico de televisão ocorre em razão da implantação do sistema de TV Digital no Brasil, determinado pelo decreto 5.820, de 19 de junho de 2006.

Síndicos, administradores de condomínios e moradores devem ficar atentos para a migração do sinal de televisão analógico para o digital. Até o final de 2018, a transmissão analógica será desligada em grande parte do Brasil e só quem tiver acesso ao sistema digital poderá assistir aos canais abertos.

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) determinou que o prazo final de desligamento em todo o país será em 31 de dezembro de 2023.

A transição está sendo feita de maneira gradual, de acordo com o prazo de mudança em cada região.





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Como instalar câmera de segurança.



Como instalar câmera de segurança.


Existem poucas maneiras melhores do que a vigilância por vídeo para dissuadir as pessoas de roubarem ou danificarem propriedades, seja sua própria casa ou sua empresa.

Câmeras de segurança fornecem uma maneira barata e segura para monitorar e registrar a atividade em sua propriedade e na área circundante, bem como deixar que os desordeiros saibam que você leva a sério a segurança no ambiente em que você está.

Quando combinada com um gravador, você pode gravar e armazenar horas e horas de vigilância de vídeo no seu sistema de câmera de segurança para posterior revisão ou para gravação permanente.

Você pode configurar seu próprio sistema de segurança seguindo etapas simples para instalação das câmeras e dos fios.

Como instalar câmera de segurança residencial passo a passo: compra.


O primeiro passo será escolher a quantidade de câmeras suficiente para não deixar pontos cegos ao redor do lugar que estará recebendo a segurança, bem como fios suficientes para a tarefa e claro, um gravador DVR para as imagens que as câmeras capturarem.

Tenha certeza de que sempre haverá pelo menos uma câmera apontada para outra, de forma que ambas ficarão vigiadas igualmente. Coloque isso no cálculo de câmeras para sua residência.

Não se esqueça de comprar o EPI para a instalação das câmeras: luva, óculos de proteção, e bota de trabalho, são os equipamentos mínimos para você trabalhar com as câmeras.

Configuração das câmeras de segurança.

Após ter escolhido as câmeras baseado na configuração das mesmas, selecione as posições das câmeras.
Mapeie as localizações ao redor de sua propriedade, incluindo o caminho que os cabos coaxiais terão de percorrer através de sua casa ou empresa a partir das câmeras de segurança até a unidade de DVR, computador, cabos de alimentação e fontes de alimentação. Usar tubos e conexões expostos irá minimizar a necessidade de abrir suas paredes, mas pode expor os componentes a danos ou sabotagem, se não for bem feito.

Se você não quer se incomodar com a instalação dos cabos, você pode instalar câmeras de segurança sem fio que só exigem fiação para alimentação. Mas mesmo assim, tenha certeza de que elas tenham uma fonte de alimentação alternativa, como uma bateria, para o caso de interrupção no fornecimento de energia.





A instalação de câmeras de segurança é fácil, desde que haja o planejamento bem feito para o posicionamento e cabeamento delas.

Faça furos para os cabos. Se você está instalando câmeras de segurança em uma parede exterior ou perto do seu telhado, você pode precisar perfurar através de materiais como tijolo, concreto e madeira para passar o cabo coaxial.

Você também pode precisar de buracos no teto ou parede onde os cabos irão se conectar ao seu DVR e computador. Verifique sempre a localização do encanamento e da fiação elétrica antes de fazer qualquer perfuração.

A maioria das câmeras de segurança podem obter toda a energia que necessitam apenas do cabo coaxial; Caso contrário, você precisará instalar um cabo de alimentação separado e ligá-lo a um circuito existente. Tal fiação pode exigir o trabalho de um eletricista, para que não haja problemas com a fiação existente.

Passe cabos através dos furos e deixe folga suficiente para que eles se conectem à câmera de segurança.

Rotule as extremidades dos cabos para que você saiba qual câmera de segurança vai com qual cabo.

Montagem da câmera de segurança.


Fixe o suporte de montagem. Dependendo do tamanho e peso de suas câmeras de segurança, você pode querem fixá-las em madeira ou perfurar através de materiais mais resistentes, como parafusos de parede. Cada câmera de segurança é diferente, portanto siga às instruções de montagem com precisão.

Ligação dos cabos da câmera de segurança



Como conectar a câmera de segurança a um PC? E a uma TV?

Anexe os cabos coaxiais rotulados das câmeras de segurança para as portas desejadas em seu DVR.

Você pode então conectar o DVR ao seu computador ou simplesmente conectar um monitor diretamente ao DVR, dependendo do modelo. Os DVRs mais modernos ainda possibilitam que você conecte o DVR a um aparelho de TV com facilidade.

Teste as câmeras de segurança em diferentes situações



Teste para ter certeza de que cada câmera de segurança está gravando corretamente.

Agora é um bom momento para testar a linha de visão para cada uma de suas câmeras de segurança e fazer ajustes conforme necessário.

Faça 3 testes em horários diferentes pela manhã, 3 testes em horários diferentes à tarde, e 3 testes à noite. Isso vai garantir que o sol e outras fontes de luz não estão atrapalhando as filmagens. Quando possível, teste também as gravações em diferentes climas.

Quanto mais detalhista você for nesses testes, melhor será para sua segurança. Se você não se sentir seguro com essas instalações, é recomendável contratar serviços especializados.


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