Tecnologias de segurança condominial.



Tecnologias de segurança condominial.

As tecnologias de segurança condominial estão surgindo com bastante força no mercado. Mas por que os síndicos e administradoras devem estar sempre de olho nisso?


Justamente porque elas estão sendo desenvolvidas para combater o aumento de eventos maliciosos, garantir a proteção, comodidade dos moradores e reduzir gastos condominiais. Os benefícios podem gerar melhorias significativas para todos.


Para reforçar os benefícios das tecnologias de segurança condominial, algumas reportagens nacionais mostram claramente um sinal de alerta vermelho.


Em maio de 2018, um incêndio estampou as manchetes dos jornais, um prédio no centro de São Paulo, com mais de 20 andares, havia desabado após pegar fogo. Na ocasião, o edifício estava sendo ocupado por mais de 150 pessoas, com situações que fugiam das boas práticas e da regulamentação.

A causa, de acordo com a Segurança Pública do Estado de São Paulo, foi um curto-circuito.

A sobrecarga na corrente elétrica e os incêndios não acontecem apenas em casos isolados, como uma ocupação em um prédio em más condições.

Um levantamento da Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade apontou que, apenas em 2017, aconteceram mais de 400 incêndios por curtos-circuitos.

Outro motivo bastante discutido são as invasões, roubos e assaltos. Em 2018, dois homens invadiram um condomínio de Cuiabá, abordaram os moradores e roubaram de um empresário uma mala que continha R$ 344 mil.

Ele contou que o veículo dos assaltantes travou o dele, impedindo qualquer tentativa de saída. Segundo o morador, ficou evidente que sabiam que o dinheiro estava ali.

O que reforça o argumento de que os ladrões sabem quais são as rotinas dos moradores e fazem rondas para identificar pontos críticos e oportunidades de ação.

Segurança condominial: benefícios das novas tecnologias
É importante pensar além de um único equipamento e procurar os benefícios de uma solução completa.

Quanto mais se conhece sobre o assunto, o síndico e a administradora conseguem visualizar as combinações que melhor se encaixam como solução ideal para o prédio.

Redução de custos com manutenção da qualidade e da segurança.
Exemplificando, podemos definir que o principal objetivo de um condomínio é reduzir os custos com a segurança, mas manter a qualidade.

Considerando isso, um conjunto de 50 apartamentos com uma portaria humana que funciona 24 horas em todos os dias da semana e gasta cerca de R$ 20 mil, pode começar a analisar um sistema integrado de tecnologia de controle de acesso. Com isso, será capaz de diminuir até 70% dos gastos.

O impacto das soluções na segurança condominial está bastante associada com “processos tradicionais” que podem ser otimizados com tecnologia específica.

Até hoje, determinados locais controlam o acesso a partir de anotações em um caderninho ou folha de entrada. Um sistema próprio oferecerá relatório de chegada e saída via software. Se houver algum sinistro, poderá, inclusive, verificar quem liberou o acesso para um intruso.
Há benefícios que aliam comodidade com segurança condominial, como soluções que tratam da automação de ambientes. Quer exemplos de como isso traz vantagens?

Na entrada do condomínio, basta o morador aproximar o chaveiro de proximidade (RFID) do porteiro eletrônico para ter acesso rápido e seguro. No caso dos carros, isso também é possível com um adesivo de proximidade usando a mesma tecnologia.

Quando o veículo estiver a menos de 6 metros, o portão da garagem abrirá sozinho. O síndico, com isso, saberá quem entrou a partir da ocorrência registrada com data, hora, fotos e qual morador acessou os dispositivos via software.

Conhecer as tecnologias de segurança como automação, prevenção de sinistros e controle de eventos podem munir o síndico e a administradora de embasamento para tomar decisões e medidas para aumentar a proteção, reduzir custos, além de ajudar na organização do condomínio.

É o que ocorre com a prevenção e a detecção de incêndio a partir da captação de determinados sinais, com as câmeras de elevador que permitem saber se há uma pane ou travamento e em qual andar está parado, com a detecção facial por câmeras, com os sistemas inteligentes de CFTV que auxiliam na gestão do síndico, etc.

Quais condomínios podem investir em segurança condominial?
Todos os condomínios podem e devem investir em segurança condominial. Mesmo que se trate de uma construção antiga ou que o projeto não suporte a passagem de mais cabos, existem soluções que atendem a essas situações.

Se decidir investir em CFTV (circuito fechado de televisão), até os prédios antigos conseguem alcançar ótimos resultados a partir da utilização de rádios outdoor. São equipamentos de comunicação sem fio para câmeras com tecnologia IP.

Dessa forma, é possível fazer ligações que não necessitam da passagem de cabos nem a quebra de paredes e pisos. As câmeras podem ser interligadas via conexão sem fio.

Essa solução vale também para cenários onde os equipamentos precisam ser alocados em uma distância maior, até mesmo fora do perímetro do condomínio, a fim de monitorar zonas de risco.

É comum encontrarmos edifícios com sistemas de detecção e alarme de incêndio antigos e sem manutenção adequada, o que pode gerar graves consequências.

Um trágico exemplo de perdas inestimáveis para a sociedade foi o incêndio no Museu Nacional, no Rio de Janeiro, ocorrido em setembro de 2018.

É possível investir na troca de sistemas de alarme de incêndio por outros mais confiáveis e modernos que garantem seu perfeito funcionamento, cumprindo sua principal função que é proteger vidas e o patrimônio.

Um exemplo são as centrais de incêndio endereçáveis, que acusam com precisão o local de um eventual sinistro. Além disso, permitem uma interação com toda interfonia do edifício, caso o alarme seja acionado, facilitando assim a saída rápida das pessoas do edifício (evacuação).

Quanto a sistemas de controle de acesso, é possível atualizá-los e implementá-los em qualquer tipo de condomínio. Existem possibilidades de integração com sistemas de interfonia já instalados, com o objetivo de aumentar a segurança, pois auxiliam o síndico e os profissionais de portaria a restringir acessos indevidos.

Além dessa vantagem, permitem registrar a rotina do condomínio. Para escolher a melhor solução, cabe ao síndico agendar a visita de um técnico especializado para avaliar qual a melhor forma de implementação.


GUGU Telecom.

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O que é cloud computing?




O que é cloud computing?


A tecnologia e as inovações digitais trouxeram uma série de novas expressões, principalmente os neologismos em inglês.


Cloud computing é uma delas, inclusive sendo um termo bastante popularizado aqui no Brasil.


Também conhecida como computação em nuvem, a tecnologia se refere à noção de utilizarmos, em qualquer lugar e independente de plataforma (computador, tablet, celular), as mais variadas aplicações por meio da internet com a mesma facilidade de tê-las instaladas em computadores locais.


Não ficou claro ainda? Sem problemas. Ao longo deste artigo vamos falar mais sobre o que é cloud computing, suas vantagens e exemplificar algumas formas bem comuns de uso.


Afinal, o que é cloud computing?

De forma bem simples e resumida, podemos explicar cloud computing como sendo um espaço virtual para armazenamento de dados.


Assim, tanto empresas quanto pessoas físicas podem guardar informações ou prestar serviços por meio de um repositório online, que pode ser acessado remotamente e a qualquer hora, mesmo que estejam ‘fisicamente’ armazenados a quilômetros de distância.


Aliás, praticamente tudo o que se acessa hoje (e-mails, mensageiros, redes sociais, armazenamento de arquivos, jogos, streaming de vídeos, filmes, músicas, lojas virtuais etc) provém de aplicativos e serviços baseados na nuvem.


O usuário pre­cisa apenas de um navegador e uma boa conexão à internet para utilizar o serviço.


Mas este ciberespaço depende de uma estrutura física para hospedar arquivos e dados. E esta estrutura é o que chamamos de servidores, que são gerenciados por grandes empresas de tecnologia.


São gigantescas máquinas com uma quase imensurável capacidade de armazenamento e processamento de dados, localizadas em várias partes do mundo, e que estão interligadas pela rede para compartilhar informações entre si.


Por estarem ‘espalhados’ e não em um único lugar fixo, como um servidor local na empresa, por exemplo, temos a ideia da nuvem.


Exemplos de aplicação da computação em nuvem
Agora que já explicamos em detalhes o que é cloud computing, vamos mostrar como a computação em nuvem já faz parte do seu dia a dia.


Se você já editou um documento no Google Docs, ouviu música no Spotify, acessou o YouTube, enviou um e-mail com anexo, trocou mensagens no WhatsApp ou assistiu a um filme na Netflix, está fazendo uso desta tecnologia.


Isso porque, em todos estes serviços online, os usuários podem armazenar, acessar e sincronizar arquivos digitais direto de seus dispositivos, de qualquer lugar ou momento. Basta estar conectado e buscar pelos aplicativos ou sites escolhidos.


Vantagens do uso da nuvem.
Os serviços em nuvem podem ser utilizados por pessoas físicas – uso pessoal e profissional – e por empresas de todos o portes. Independente da forma e para que são usados, trazem uma série de vantagens. Vamos listar as principais:


Armazenar, fazer backup e recuperar dados – informações pessoais ou corporativas podem ser guardadas e protegidas de maneira mais econômica – e em grande escala – ao serem transferidas para a nuvem.


Os servidores oferecem backup constante e eficiente, criptografia para autenticação e acesso, e outras metodologias de segurança da informação bastante avançadas;


Transmissão de áudio e vídeo por streaming – ficou muito mais fácil ter acesso a filmes, vídeos, músicas e conversar online. Todos os aplicativos e serviços web mais conhecidos para estas finalidades está em nuvem. Você não precisa fazer downloads para poder acessá-los;


Criar diferentes aplicativos e serviços online – o desenvolvimento de aplicativos de serviço, como pedir comida, chamar um carro particular ou táxi, foi facilitado pelo uso das infraestruturas de nuvem.


Além disso, a oferta de softwares online por assinatura, como as plataformas Big Data, Automação de Marketing e Vendas, diagnóstico de imagem e laudos médicos, também avançou com a cloud computing;


Redução de uso de espaço físico e custos com infraestrutura de TI – especialmente para as empresas, não será mais necessário ter uma sala de arquivos ou investir em um enorme datacenter (compras de hardware e software, instalação e manutenção) para armazenar seus dados;


Centralização da informação e acesso remoto – além de manter os dados em um único repositório, permite que os usuários os acessem de qualquer dispositivo conectado à internet (mediante autorização de login e senha). Esta evolução facilitou o trabalho remoto ou a contratação de terceirizados, por exemplo.


Como vimos, a cloud computing é um dos importantes pilares desta transformação digital que vivemos. E a tendência para os próximos anos é que os fornecedores expandam seus portfólios de serviços e suas presenças em todo o mundo, com investimentos em torno de 200 bilhões de dólares.


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Quais os principais tipos de câmeras de segurança para condomínios?



Quais os principais tipos de câmeras de segurança para condomínios?

Nos condomínios, independentemente se horizontais ou verticais, as câmeras de segurança se tornaram ferramentas obrigatórias para garantir a segurança dos condôminos, funcionários e visitantes. São elas os equipamentos que abastecem um sistema de CFTV (Circuito Fechado de TV).

Além das câmeras de segurança, o CFTV é composto por um gravador digital de vídeo, disco rígido (HD), software, aplicativos e dispositivos periféricos necessários para a instalação do sistema, tais como: cabos, conectores, nobreak, etc. Segue abaixo a representação de um sistema de segurança.

Os formatos básicos de câmeras de segurança para condomínios
No setor de proteção aos condomínios, existem diversas opções de câmeras de segurança, cada uma com benefícios para diferentes situações. Confira os principais formatos e conceitos básicos.

Bullet.

Recebe esse nome por conta da sua forma, que lembra uma bala de arma de fogo e é o formato mais conhecido entre as câmeras de segurança. Costuma ser instalada em ambientes externos, principalmente quando se tem a intenção de evidenciar para as pessoas que se trata de um local protegido.

Com isso, além de garantir o monitoramento, transmite a mensagem clara: o condomínio está seguro e estamos de olho. É bastante versátil e se adapta facilmente em aplicações de CFTV.

Hoje, a maioria conta com infravermelho para visão noturna e diferentes aberturas angulares que devem ser consideradas dependendo do tamanho do ambiente onde será instalada e a área que se quer ter cobertura.



Câmeras dome.



As câmeras Dome recebem esse nome pelo seu formato que lembra uma doma. Com design discreto são ideais para ambientes internos. Recomenda-se o uso do modelo em elevadores, hall de entrada, recepção e corredores.


Assim como as câmeras bullet, possuem uma considerada quantidade de modelos com diferentes funcionalidades que potencializam a sua usabilidade dependendo do ambiente onde será instalada.


Câmeras varifocais.



É a opção indicada quando se tem a necessidade de um enquadramento perfeito da cena ou do local. O foco da câmera consegue se adequar de acordo com definições programadas.


Por isso, a dica é utilizá-la quando o objeto monitorado encontra-se longe do equipamento, pois o foco da lente consegue alcançá-lo. Num condomínio, sua aplicação é usual em estacionamentos, nas entradas e saídas.


Câmeras speed dome.




São câmeras de segurança com uma movimentação de 360º e zoom. É possível acessá-las e controlá-las de forma remota por meio de uma central de vídeo monitoramento ou um vigia.


Por suas características e funcionalidades, são usadas como apoio ao monitoramento de ambientes amplos e com movimentação intensa. São ideais para captura e identificação de detalhes que fazem diferença, como em situações de risco.


Em um condomínio, podem ser usadas para monitorar a movimentação da rua para identificar atividades suspeitas, por exemplo.


Estão disponíveis com ou sem infravermelho (visão noturna), pois dependendo do local, não é necessário o seu uso.


É importante mencionar que independente do modelo, todos os tipos de câmera citados no artigo estão disponíveis em altas resoluções de imagem, que podem chegar até 4K.


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Instalação de câmeras de segurança para evitar crimes se populariza nos condomínios.



Instalação de câmeras de segurança para evitar crimes se populariza nos condomínios.

O aviso "Sorria, você está sendo filmado" não é exclusividade de imóveis comerciais. Especialistas em segurança e síndicos afirmam ser crescente o investimento de condomínios residenciais na instalação de câmeras de vigilância, os circuitos fechados de televisão — para os de pequeno porte eles custam, em média, R$ 10 mil.


De forma geral, esses sistemas têm duas funções nos prédios: diminuir comportamentos inadequados de condôminos e visitantes, evitando a depredação do patrimônio; e inibir ações criminosas, ajudando na identificação de invasores e aumentando a sensação de segurança dos moradores.


Com base em dados do Rio e de São Paulo, uma pesquisa que apontou um aumento de 12% nas vendas de circuitos fechados de TV, em 2018.


Certamente, 8% deles vão para condomínios. É nítido que quase todos os prédios dispõem de um circuito interno.


As câmeras são muito úteis para os casos internos. Uma moradora de um condomínio aqui de São Paulo  já sofreu um golpe, após deixar um falso funcionário do INSS entrar no prédio. Com as imagens, nós decidimos registrar queixa na delegacia.


Câmera é o que mais inibe.


Dos itens de segurança condominial, a câmera é o que mais inibe assaltos. Um circuito com oito câmeras, monitores e gravadores digitais (condomínio de pequeno porte) custa, em média, R$ 10 mil.


O bom do sistema é que ele não requer muita manutenção pode durar até um ano sem vistorias, cujo valor oscila entre R$ 350 e R$ 600.


Os especialistas destacam que a instalação de grades dá uma falsa sensação de segurança, pois pode ser ultrapassada, mas é importante para restringir o acesso ao prédio. Também deve optar por intercalar portas na garagem e na portaria, permitindo que uma abra só quando a outra fechar.


O recurso humano é, sem dúvida, o mais eficaz. Por isso, é importante investir na capacitação de porteiros, vigias e operadores do sistema.


Cuidados para evitar invasão de privacidade.


Na execução de um projeto de instalação de um sistema de câmeras de vigilância num condomínio, devem-se levar em conta, principalmente, o nível de insegurança do prédio e a privacidade dos moradores, para não causar transtornos.


O tamanho do circuito depende do tamanho do risco. Mas, em geral, deve haver câmeras nos acessos ao prédio, nos elevadores e nos corredores, principalmente onde a maioria dos imóveis é alugada.


O especialista da Gugu Telecom só indica a instalação dos equipamentos em piscinas e áreas de lazer quando for extremamente necessário, para não tirar a privacidade dos moradores.


Segundo advogado especialista em direito imobiliário, é preciso tomar cuidado também com a instalação de câmeras particulares, que podem incomodar os vizinhos:



A meu ver, nesse caso, só há invasão de privacidade se as imagens forem usadas para fins que não o de proteção.





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