Por que fazer um projeto de Cabeamento Estruturado?



Por que fazer um projeto de Cabeamento Estruturado?


Hoje em dia existe um tipo de cabeamento que dá flexibilidade, robustez e acessibilidade ao sistema de informações de uma empresa, o Cabeamento Estruturado.

Mas você já ouviu falar?

Sabe o que é?

cabeamento estruturado remonta às tecnologias de redes dos anos 1980, período em que empresas de telecomunicações e computação, como AT&TDec e IBM criaram seus próprios sistemas proprietários de cabeamento.

Nos anos 1990, o cabeamento estruturado progrediu enormemente por meio da introdução do cabo de par trançado. Este cabo foi criado para diminuir as interferências eletromagnéticas e substituir o antigo sistema de distribuição dos cabos, conhecido como sistema estrela.

Nesse sentido, a criação das normas internacionaisEIA/TIA e ISO ajudou a padronizar cabos, conectores e procedimentos.

O sistema vem sendo atualizado constantemente com grandes investimentos dos maiores fabricantes de tecnologia neste seguimento.

A medida que avança, o sistema de cabeamento estruturado ganha robustez e maior capacidade no trafego de conteúdo (dados, voz, imagem) e no sistema de gerenciamento por software dolayout. O que proporciona ainda mais agilidade e assertividade para o gestor de infraestrutura de cabeamento.

Como funciona esse cabeamento?

Esse tipo de cabeamento é uma maneira padronizada de instalar os cabos de uma rede de comunicação (independentemente do seu tipo de utilização: telefonia, dados, internet, etc) minimizando custos, maximizando possíveis expansibilidades futuras e alteração de layout.

Esse estudo visa tornar a infraestrutura de cabos autônoma quanto ao tipo de aplicação. Isso permite a ligação à uma rede de servidores, estações de trabalho, impressoras, telefones, switches e roteadores através do mesmo cabo de uma única infraestrutura de rede (tomadas, conectores, painéis).

A ideia básica é fornecer ao ambiente de trabalho um sistema de cabeamento unificado que facilite a instalação, remoção, remanejamento de equipamentos e usuários.

Além disso, pode promover a documentação da infraestrutura de tecnologia viabilizando a melhor utilização do espaço e dos seus recursos tecnológicos.

Como ele é formado?

Um sistema de cabeamento estruturado, realizado de acordo com a norma brasileira NBR 14.565, é formado por seis partes fundamentais:

1) Entrada do Edifício – EF (Entrance Facilities)
2) Sala de Equipamentos – ER (Equipment Room)
3) Rede Primária ou Cabeamento Vertical – BC (Backbone Cabling)
4) Sala de Telecomunicações – TR (Telecommunications Room)
5) Rede Secundária ou Cabeamento Horizontal – HC (Horizontal Cabling)
6) Área de Trabalho – WA (Work Area)

Por que pedir um projeto de cabeamento estruturado?

Um ambiente de trabalho propício ao sucesso exige flexibilidade para enfrentar as mudanças constantes, a reorganização das pessoas e de seus espaços, além da exigência do mercado para que você se mantenha com aparelhos modernos.

Muitas das vezes essa movimentação exige a troca de equipamentos de lugar ou a instalação de mais ou novos aparelhos. Se o ambiente tiver sido projetado com cabeamento estruturado, não haverá problemas quanto a toda mudança que poderá ser feita.

Outra situação recorrente é a perda de tempo de trabalho quando é feita a manutenção da rede. Com a documentação do cabeamento estruturado em mãos, essa manutenção tende a ser executada mais rapidamente e com maior eficiência, diminuindo a ociosidade dos colaboradores da empresa.

E as vantagens ainda são maiores, como por exemplo:
·         Suporte a diversos padrões de comunicação através do mesmo meio físico padronizado;

·         Possuir arquitetura aberta (conectividade entre produtos de diversos fabricantes);


·         Aderência às normas nacionais e internacionais;

·         Localização fácil de um cabo no sistema devido à identificação em todo o canal;


·         Facilidade na manutenção de uma área de trabalho;

·         Facilidade na substituição de um ativo de rede caso seja necessário, devido à ordenação dos cabos;


·         Documentação técnica que permite que uma nova implantação ou alteração seja realizada por um profissional, que não tenha atuado na implantação inicial.

Vimos então que, devido a suas vantagens, é essencial para se ter um ambiente produtivo, flexível e de fácil manutenção adotar um cabeamento estruturado de acordo com as normas do setor.

A ausência de um sistema desse é como se você tivesse uma Ferrari, porém não tivesse estrada para usar todo o seu potencial.

Nós da Gugu Telecom temos profissionais especializados em cabeamento estruturado, e com o nosso estudo chegaremos a solução necessária para a sua empresa.

GUGU Telecom

#INSTALAÇÃOEMANUTENÇÃODEANTENASPARABÓLICAS
#TELECOMUNICAÇÕES

Central de Atendimento – (11) 2092.7882

Acesse nosso site para saber mais - 
http://gugutelecom.com.br


0 comentários:

CABEAMENTO ESTRUTURADO .



CABEAMENTO ESTRUTURADO .

Cabeamento Estruturado são especificações utilizadas por profissionais da área de redes desenvolvidas por organizações e empresas na tentativa de se criar um ambiente de rede que atenda as necessidades do cliente, com o custo adequado, que tenha qualidade e que atenda aos códigos de segurança da engenharia civil.

Essas especificações ajudam no desenvolvimento de projetos de rede, pois, possuem vários modelos de instalações que podem se adequar às diversas necessidades, com informações dos tipos de cabos a serem utilizados em cada modelo e seus desempenhos, taxas de sinalizações, aplicações que podem ser utilizadas, os matérias de cada cabo e suas características, e podem trazer informações sobre conectores e placas adaptadoras a serem utilizados para cada modelo.

Nos Estados Unidos, inúmeras empresas, organizações e até mesmo órgãos governamentais controlam e especificam cabos.

Algumas empresas, como a AT&T, a Digital Equipment Corporation, a Hewlett-Packard, a IBM e a Northern Telecom, têm uma documentação com  especificações detalhadas sobre outros fatores além do cabo e que trata de conectores, de centros de distribuição de energia elétrica e de fiação e de outras técnicas de instalação.

Essas documentações são chamadas de PDSs (Premises Distribution Systems).

A AT&T chama sua especificação de AT&T Systimax Premises Distribution System; a Digital utiliza o nome Open DECconnect; a IBM chama sua arquitetura simplesmente de IBM Cabling System (Sistema de Cabeamento da IBM); e a Northern Telecom tem a IBDN (Integraded Building Distribution Network).

A IBM e a AT&T lançaram seus sistemas em 1984 e 1985, e o DECconnect surgiu em 1986.

A IBDN da Northern Telecom, que é muito semelhante ao Systimax da AT&T, é mais recente e surgiu em 1991.

Os esquemas da IBM e da AT&T tiveram efeitos mais profundos na indústria de cabos. Existem muitos cabos classificados com base nas especificações da IBM ou da AT&T.

Outras empresas, especialmente a Amp, Inc., a Anixter e a Mod-Tap comercializam equipamentos específicos para sistemas de cabos estruturados.

A Anixter, em especial, merece elogios por definir padrões para fios de pares trançados. Sistemas de Cabeamento da IBM A IBM não vende os cabos e conectores que descrevem em sua documentação.

O objetivo dela ao criar e apoiar o IBM Cabling Plan é dispor de um ambiente estável e conhecido para a operação de seus computadores. Ela oferece cursos para profissionais que queiram trabalhar com sua certificação.

O coração do sistema de cabeamento IBM consiste em uma série de especificações para tipos de fio. A arquitetura IBM é a única que utiliza fios de pares trançados blindados de forma significativa.

O STP, especificado nos tipos de cabos 1, 2, 6, 8 e 9 da IBM, substitui o antigo cabo coaxial RG-62 que a IBM costumava utilizar para ligar terminais a computadores mainframe em seu esquema 3270.

O STP é a alternativa que a IBM recomenda para instalações Token-Ring de 4 e 16 megabits por segundo.
O IBM Cabling Plan também utiliza cabos de fibra ótica e fios de pares trançados sem blindagem, mas o coração do sistema é o fio de par trançado blindado.

Tipo 1: Consiste em um cabo blindado com dois pares trançados composto por fios AWG 22 (em oposição aos fios trançados descritos no Tipo 6).
Utilizado para transmissão de dados, especialmente com redes Token-Ring, o cabo tem uma impedância de 150 ohms.

Cada par de fios tem sua própria blindagem e o cabo inteiro é coberto por uma folha metálica externa. O cabo do Tipo 1 é testado para uma largura de banda de 100 MHz e proporciona uma velocidade de transmissão de 100 megabits por segundo. A IBM criou uma nova especificação que utiliza o mesmo cabo, mas o submete a testes mais rigorosos.

Essa especificação, denominada Tipo 1A, diz respeito a cabos testados a 300 MHz e se destina a áreas que exigem a transmissão de dados em alta velocidade. Tipo 2:

É formado por pares de fios AWG 22 sem blindagem, utilizados na transmissão de voz, e por dois pares de fios blindados, utilizados na transmissão de dados, que obedecem à especificação do Tipo 1.

O Tipo 2 foi originalmente projetado para transmissões de voz e dados no mesmo cabo. O novo Tipo 2A, que tem a mesma configuração mas é testado para 600 MHz, também está disponível.

Tipo 3: Consiste em quatro pares de fios trançados AWG 24 sem blindagem, utilizados para o transporte de voz e dados, que têm uma impedância de 105 ohms.

O Tipo 3 é a versão da IBM para fios de telefone de pares trançados. Os cabos sem blindagem dos cabos Tipo 2 e 3 são projetados apenas para transmissões de dados de baixa velocidade de até 4 megabits por segundo e não obedecem aos requisitos para transmissão de dados em alta velocidade.

Tipo 4: Esse cabo não dispõe de uma especificação publicada.

Tipo 5: Consiste em dois filamentos de fibra ótica. Esse cabo tem um núcleo de 100 mícrons e, com o revestimento, mede 140 mícrons. Tem uma abertura a 850 nm e uma largura de banda de 100 MHz.

O cabo do Tipo 5 difere consideravelmente do popular cabo de fibra ótica de 62,5/125 mícrons com duas aberturas.

Tipo 6: Consiste em um cabo blindado formado por dois pares de fios trançados AWG 26.

Mais flexível do que o cabo do Tipo 1 e projetado para transmissão de dados, o Tipo 6 é comumente usado entre um computador e uma tomada de dados. Também existe um Tipo 6A, que é testado para 600 MHz.

Tipo 7: Esse cabo não dispõe de uma especificação publicada.

Tipo 8: Trata-se de um cabo especial, apropriado para uso sob carpetes ou tapetes.

É formado por fios de pares trançados blindados e reduz o volume sob o carpete ou tapete que o cobre.

Esse cabo contém dois pares de condutores AWG 23 paralelos sem blindagem e sua utilização em modernas instalações de dados está desaparecendo.

Tipo 9: Consiste em dois pares de fios de cobre AWG 26 trançados com blindagem, sólidos ou torcidos, cobertos por uma capa especial resistente ao fogo, cujo objetivo é o uso entre os andares de um prédio.

Também existe um Tipo 9A, que é testado para 600 MHz. A principal vantagem do Cable Plan da IBM está em sua metodologia conservadora.

A IBM não só se baseia na utilização de uma forte blindagem em volta de todos os cabos para proporcionar proteção contra ruídos elétricos, como também especifica uma blindagem entre os pares e as tranças, a fim de reduzir a diafonia entre os pares.

Trata-se de uma estrutura realmente reforçada. As especificações determinam cabos não muito longos, para evitar problemas causados pela degradação dos sinais à medida que a distância aumenta.

Se bem instalado, o sistema de cabos pode funcionar praticamente em qualquer ambiente elétrico, e terá uma vida útil muito maior do que os próprios computadores. A principal desvantagem da Cable Plan da IBM é o custo dos cabos e conectores e por ser volumoso.

Por metro, o cabo Tipo 1 custa aproximadamente quatro vezes mais que o melhor tipo de fios de pares trançados sem blindagem projetado para as mesmas condições.


Nós da Gugu Telecom temos profissionais especializados em cabeamento estruturado, e com o nosso estudo chegaremos a solução necessária para a sua empresa.

GUGU Telecom

#INSTALAÇÃOEMANUTENÇÃODEANTENASPARABÓLICAS
#TELECOMUNICAÇÕES

Central de Atendimento – (11) 2092.7882

Acesse nosso site para saber mais - 
http://gugutelecom.com.br

0 comentários:

O que é, e porque utilizar cabeamento estruturado.



O que é, e porque utilizar cabeamento estruturado.


Primeiramente o que é cabeamento estruturado?

Cabeamento estruturado é uma maneira padronizada de cabear um tipo de rede (independentemente de seu tipo: telefonia, internet,etc) minimizando custos e maximizando possíveis expansibilidade futuras. Todo as sinalizações de dados, voz (telefonia), multimía (som ambiente ou vídeo) podem ser transmitidas através do mesmo cabo de mesma infraestrutura (tomadas, conectores, painéis).

E o por que utilizar cabeamento estruturado.

Uma empresa bem sucedida requer um bom trabalho de equipe e flexibilidade. As organizações enfrentam mudanças constantes, que exigem a movimentação ou reorganização das pessoas, seus espaços de trabalho e os serviços que elas executam.

O sistema de cabeamento estruturado é planejado para acomodar as freqüentes mudanças, acréscimos e alterações.

Um sistema de cabeamento estruturado é a base de uma rede de informações moderna.

Em uma possível reestruturação de rede de um escritório um sistema de cabeamento estruturado pode evitar que sua empresa perca tempo de trabalho.

Nenhum outro componente de sua rede possui um ciclo de vida mais longo ou requer uma consideração tão atenta.

Um planejamento criterioso irá prevenir um congestionamento que poderia diminuir drasticamente a performance de sua rede.

O cenário de negócios atual exige uma avançada tecnologia de informação para poder manter uma vantagem competitiva.

A capacidade de permitir que a informação seja compartilhada ou transmitida através de uma rede, transformou o computador num objeto tão importante quanto o telefone.

É necessário reconhecer a importância desse fato sobre os negócios e o quanto pode ser agilizado através da utilização dessa tecnologia.

À medida em que a tecnologia continua a evoluir, uma rede corporativa deve suportar aplicações de voz, dados, vídeo e multimídia. O rápido crescimento na capacidade de processamento, o aumento do porte das redes e a introdução de métodos de acesso de maior velocidade, criaram uma necessidade incontestável de sistemas de cabeamento confiáveis e gerenciáveis (estruturados).

A implementação do "cabeamento estruturado" deve ser feita com materiais de primeira linha, serviços de infraestrutura física e profissional adequada, além de um projeto que assegure à empresa e aos seus usuários os requisitos necessários exigidos para uma performance segura, ágil e confiável na transmissão de dados, voz e imagem, proporcionando igualmente uma flexibilidade na topologia física para fazer frente às mudanças internas de pessoal, layout e de evoluções tecnológicas futuras que certamente virão.

Nós da Gugu Telecom temos profissionais especializados em cabeamento estruturado, e com o nosso estudo chegaremos a solução necessária para a sua empresa.

GUGU Telecom

#INSTALAÇÃOEMANUTENÇÃODEANTENASPARABÓLICAS
#TELECOMUNICAÇÕES

Central de Atendimento – (11) 2092.7882

Acesse nosso site para saber mais - 
http://gugutelecom.com.br

0 comentários:

Tipos de cabos de rede.



Tipos de cabos de rede.


Existem basicamente 3 tipos diferentes de cabos de rede: os cabos de par trançado (que são, de longe, os mais comuns), os cabos de fibra óptica (usados principalmente em links de longa distância) e os cabos coaxiais, ainda usados em algumas redes antigas.
Existem vários motivos para os cabos coaxiais não serem mais usados hoje em dia: eles são mais propensos a mal contato, os conectores são mais caros e os cabos são menos flexíveis que os de par trançado, o que torna mais difícil passá-los por dentro de tubulações.

No entanto, o principal motivo é o fato de que eles podem ser usados apenas em redes de 10 megabits: a partir do momento em que as redes 10/100 tornaram-se populares, eles entraram definitivamente em desuso, dando lugar aos cabos de par trançado.

Entre eles, os que realmente usamos no dia-a-dia são os cabos “cat 5” ou “cat 5e”, onde o “cat” é abreviação de “categoria” e o número indica a qualidade do cabo.
Fabricar cabos de rede é mais complicado do que parece. Diferente dos cabos de cobre comuns, usados em instalações elétricas, os cabos de rede precisam suportar freqüências muito altas, causando um mínimo de atenuação do sinal.
Para isso, é preciso minimizar ao máximo o aparecimento de bolhas e impurezas durante a fabricação dos cabos.
No caso dos cabos de par trançado, é preciso, ainda, cuidar do entrançamento dos pares de cabos, que também é um fator crítico.
Existem cabos de cat 1 até cat 7. Como os cabos cat 5 são suficientes tanto para redes de 100 quanto de 1000 megabits, eles são os mais comuns e mais baratos; geralmente custam em torno de 1 real o metro.
Os cabos cat5e (os mais comuns atualmente) seguem um padrão um pouco mais estrito, por isso dê preferência a eles na hora de comprar.
Em todas as categorias, a distância máxima permitida é de 100 metros.
O que muda é a freqüência (e, conseqüentemente, a taxa máxima de transferência de dados suportada pelo cabo) e o nível de imunidade a interferências externas. Esta é uma descrição de todas as categorias de cabos de par trançado existentes:
Categoria 1: Utilizado em instalações telefônicas, porém inadequado para transmissão de dados.


Categoria 2: Outro tipo de cabo obsoleto. Permite transmissão de dados a até 2.5 megabits e era usado nas antigas redes Arcnet.


Categoria 3: Era o cabo de par trançado sem blindagem mais usado em redes há uma década. Pode se estender por até 100 metros e permite transmissão de dados a até 10 Mbps. A principal diferença do cabo de categoria 3 para os obsoletos cabos de categoria 1 e 2 é o entrançamento dos pares de cabos.
Enquanto nos cabos 1 e 2 não existe um padrão definido, os cabos de categoria 3 (assim como os de categoria 4 e 5) possuem pelo menos 24 tranças por metro e, por isso, são muito mais resistentes a ruídos externos. Cada par de cabos tem um número diferente de tranças por metro, o que atenua as interferências entre os pares de cabos. Praticamente não existe a possibilidade de dois pares de cabos terem exatamente a mesma disposição de tranças.


Categoria 4: Cabos com uma qualidade um pouco melhor que os cabos de categoria 3. Este tipo de cabo foi muito usado em redes Token Ring de 16 megabits. Em teoria podem ser usados também em redes Ethernet de 100 megabits, mas na prática isso é incomum, simplesmente porque estes cabos não são mais fabricados.


Categoria 5: A grande vantagem desta categoria de cabo sobre as anteriores é a taxa de transferência: eles podem ser usados tanto em redes de 100 megabits, quanto em redes de 1 gigabit.


Categoria 5e: Os cabos de categoria 5e são os mais comuns atualmente, com uma qualidade um pouco superior aos cat 5. Eles oferecem uma taxa de atenuação de sinal mais baixa, o que ajuda em cabos mais longos, perto dos 100 metros permitidos. Estão disponíveis tanto cabos blindados, quantos cabos sem blindagem, os mais baratos e comuns.


Além destes, temos os cabos de categoria 6 e 7, que ainda estão em fase de popularização:
Categoria 6: Utiliza cabos de 4 pares, semelhantes aos cabos de categoria 5 e 5e. Este padrão não está completamente estabelecido, mas o objetivo é usá-lo (assim como os 5e) nas redes Gigabit Ethernet. Já é possível encontrar cabos deste padrão à venda em algumas lojas.


Categoria 7: Os cabos cat 7 também utilizam 4 pares de fios, porém usam conectores mais sofisticados e são muito mais caros. Tanto a freqüência máxima suportada, quanto a atenuação de sinal são melhores do que nos cabos categoria 6. Está em desenvolvimento um padrão de 10 Gigabit Ethernet que utilizará cabos de categoria 6 e 7.

Você pode comprar alguns metros de cabo e alguns conectores e crimpar os cabos você mesmo, ou pode comprá-los já prontos.
Em ambos os casos, os cabos devem ter no mínimo 30 centímetros e no máximo 100 metros, a distância máxima que o sinal elétrico percorre antes que comece a haver uma degradação que comprometa a comunicação.
Naturalmente, os 100 metros não são um número exato. A distância máxima que é possível atingir varia de acordo com a qualidade dos cabos e conectores e as interferências presentes no ambiente.

Já vi casos de cabos de 180 metros que funcionavam perfeitamente, e casos de cabos de 150 que não.
Ao trabalhar fora do padrão, os resultados variam muito de acordo com as placas de rede usadas e outros fatores.
Ao invés de jogar com a sorte, é mais recomendável seguir o padrão, usando um hub/switch ou um repetidor a cada 100 metros, de forma a reforçar o sinal.

Comprar os cabos já prontos é muito mais prático, mas tem alguns inconvenientes. Muita gente (a maioria, acredito não acha muito legal ver cabos espalhados pelo chão da sala).
Alguns desavisados chegam a tropeçar neles, derrubando micros, quebrando os conectores das placas de rede, entre outros acidentes desagradáveis.
Para dar um acabamento mais profissional, você precisa passar os cabos por dentro das tubulações das paredes ou pelo teto e é mais fácil passar o cabo primeiro e crimpar o conector depois do que tentar fazer o contrário.

Se preferir crimpar o cabo você mesmo, vai precisar comprar também um alicate de crimpagem. Ele “esmaga” os contatos do conector, fazendo com que eles entrem em contato com os fios do cabo de rede.

Os cabos de rede transmitem sinais elétricos a uma freqüência muito alta e a distâncias relativamente grandes, por isso são muito vulneráveis a interferências eletromagnéticas externas.

Nos cabos coaxiais (tanto os de rede quanto os usados em antenas de TV) é usada uma malha de metal que protege o cabo de dados contra interferências externas.

Os cabos de par trançado, por sua vez, usam um tipo de proteção mais sutil: o entrelaçamento dos cabos cria um campo eletromagnético que oferece uma razoável proteção contra interferências externas.

Cada um dos quatro pares segue um padrão diferente de entrançamento, o que faz com que as transmissões de um não interfiram com as dos vizinhos.

Além dos cabos sem blindagem, conhecidos como UTP (Unshielded Twisted Pair), existem os cabos blindados conhecidos como STP (Shielded Twisted Pair).

A única diferença entre eles é que os cabos blindados, além de contarem com a proteção do entrelaçamento dos fios, possuem uma blindagem externa (assim como os cabos coaxiais) e por isso são mais adequados a ambientes com fortes fontes de interferências, como grandes motores elétricos ou grandes antenas de transmissão muito próximas.
Quanto maior for o nível de interferência, menor será o desempenho da rede, menor será a distância que poderá ser usada entre os micros e mais vantajosa será a instalação de cabos blindados.

Em ambientes normais, porém, os cabos sem blindagem funcionam perfeitamente bem. Na ilustração temos um exemplo de cabo com blindagem, com proteção individual para cada par de cabos.
Existem também cabos mais “populares”, que utilizam apenas uma blindagem externa que envolve todos os cabos.

Outras fontes menores de interferências são as lâmpadas fluorescentes (principalmente lâmpadas cansadas, que ficam piscando), cabos elétricos, quando colocados lado a lado com os cabos de rede, e mesmo telefones celulares muito próximos dos cabos.
Este tipo de interferência não chega a interromper o funcionamento da rede, mas pode causar perda de pacotes.
No final de cada pacote TCP são incluídos 32 bits de CRC, que permitem verificar a integridade dos dados.
Ao receber cada pacote, a estação verifica se a soma dos bits “bate” com o valor do CRC. Sempre que a soma der errado, ela solicita a retransmissão do pacote, o que é repetido indefinidamente, até que ela receba uma cópia intacta.
Graças a esse sistema é possível transmitir dados de forma confiável mesmo através de links ruins (como, por exemplo, uma conexão via modem). Porém, quanto mais intensas forem as interferências, mais pacotes precisam ser retransmitidos e pior é o desempenho da rede.


GUGU Telecom

#INSTALAÇÃOEMANUTENÇÃODEANTENASPARABÓLICAS
#TELECOMUNICAÇÕES

Central de Atendimento – (11) 2092.7882

Acesse nosso site para saber mais - 
http://gugutelecom.com.br

0 comentários: